Boas férias!
Acabou de entrar numa área reservada a pessoas curiosas e inconformadas. Temos o dever de informar que experiências recentes indiciam que o uso do cinema na sala de aula prejudica gravemente o tédio.
Somos a sala de cinema. Se podíamos viver sem o cinema na escola? Podíamos, mas não era a mesma coisa.
sábado, 30 de julho de 2011
segunda-feira, 6 de junho de 2011
Grande cena: "O Silêncio dos Inocentes" (Silence of the Lambs, 1991) de Jonathan Demme
A "Grande cena" de hoje é uma feliz sugestão do professor Mário Nogueira, a quem a sala de cinema agradece a partilha.
Delicie-se com a interpretação de Jodie Foster e Anthony Hopkins.
terça-feira, 24 de maio de 2011
Viva a Grécia!
quarta-feira, 18 de maio de 2011
Grande cena: "O grande ditador" (The Great Dictator, 1940) de Charles Chaplin
A célebre cena do discurso final.
A Grande Cena de hoje foi sugerida pela professora Maria Dovigo.
A sala de cinema agradece, em nome de todos os leitores do blogue.
terça-feira, 10 de maio de 2011
Grande Cena: "Perfume de Mulher" (Scent of a Woman, 1992), de Martin Brest
domingo, 8 de maio de 2011
Eduardo Mãos de Tesoura, 20 anos depois
É sabido que a sala de cinema gosta de coisas diferentes e inovadoras. Por isso resolveu lançar este desafio à comunidade escolar: o que é que este filme significou para si?
Os comentários são totalmente livres e não obedecem a quaisquer regras: vale tudo! Pode ser uma crítica ao filme, uma recordação de quando o viu, a cena preferida ou odiada, o final alternativo ideal, etc., etc.
Os comentários podem ser anónimos, se assim entender.
Aqui fica o trailer legendado.
Vá lá, saia do sótão!
Não se exclua e partilhe a sua opinião.
Obrigado.
sexta-feira, 6 de maio de 2011
Grande cena: "Bando à Parte" (Bande à Part, 1964), de Jean-Luc Godard
SINOPSE
"As personagens de Godard vivem como se estivessem (ou talvez como se vivessem) num filme: Cantam e dançam como se vivessem num musical, percorrem Paris como se estivessem num filme negro, disparam como se estivessem num western."
Luis Miguel Oliveira, Cinemateca Portuguesa
Pondo alegremente em prática a máxima de D. W. Griffith - "para fazer um filme basta uma rapariga e uma arma" - BANDE À PART é a homenagem de Godard aos filmes policiais da Hollywood dos anos 40.
Frantz e Arthur, dois amigos fura-vidas habituados a meter-se em embrulhadas, conhecem a tímida Odile (interpretação extraordinária de Anna Karina, à época mulher e musa de Godard), que lhes conta que a sua tia Victoria e um amigo, o sr. Stolz, escondem em casa uma avultada soma de dinheiro. Frantz e Arthur começam imediatamente a planear um roubo. Enquanto acompanhamos as deambulações deste trio improvável pelos cafés e ruas de Paris, cresce a suspeita de que o golpe que preparam não vai correr de acordo com o plano.
Com fotografia de Raoul Coutard e música de Michel Legrand, BANDE À PART, inédito comercialmente em Portugal e um dos mais famosos filmes do cineasta suíço, tem algumas das mais antológicas cenas da história do cinema, nomeadamente a sequência da dança no café que inspirou Quentin Tarantino em "Pulp Fiction" e Hal Hartley em "Simple Men".
REALIZADOR
Jean-Luc Godard
INTÉRPRETES
Anna Karina, Danièle Girard, Louisa Colpeyn, Chantal Darget, Sami Frey, Claude Brasseur, Georges Staquet, Ernest Menzer, Jean-Claude Rémoleux.
Aqui fica a célebre cena de dança no café.
terça-feira, 3 de maio de 2011
Para os alunos do 9º ano que nos visitam esta semana
O projecto Sala de Cinema dá as boas vindas aos jovens de outras escolas que esta semana nos visitam para conhecer a escola e a oferta educativa para o próximo ano. E apresenta-se.
Filmes. Muitos filmes. Nas aulas e fora delas. Filmes recentes, antigos, a cores e preto e branco. Que fazem rir, chorar, recordar, sonhar. Filmes portugueses, ingleses, franceses, italianos, americanos, indianos, espanhóis e de outras línguas que nunca ouviste falar. Filmes com ação, suspense, emoção.

Esperamos por ti. Não tenhas medo…
The End
segunda-feira, 21 de março de 2011
Dia Mundial da Poesia
O Poema
Um poema cresce inseguramente
na confusão da carne.
sobe ainda sem palavras, só ferocidade e gosto,
talvez como sangue
ou sombra de sangue pelos canais do ser.
Fora existe o mundo. Fora, a esplêndida violência
Ou os bagos de uva de onde nascem
As raízes minúsculas do sol.
Fora, os corpos genuínos e inalteráveis
do nosso amor,
rios, a grande paz exterior das coisas,
folhas dormindo o silêncio
- a hora teatral da posse.
E o poema cresce tomando tudo em seu regaço.
E já nenhum poder destrói o poema.
Insustentável, único,
invade as casas deitadas nas noites
e as luzes e as trevas em volta da mesa
e a força sustida das coisas
e a redonda e livre harmonia do mundo.
- Em baixo o instrumento perplexo ignora
a espinha do mistério.
- E o poema faz-se contra a carne e o tempo.
Herberto Helder
quarta-feira, 2 de março de 2011
Cine tertúlia de Fevereiro: 2 em 1, filme mais jantar (com oferta de uma receita simples e deliciosa)
Não, por acaso ninguém comeu spaghetti gamberetti no jantar da tertúlia. Houve pizzas generosas e outras massas personalizadas (o cliente é quem escolhe), um agradável aperitivo branco moscatto oferta da casa e degustação de vinhos tintos.
Mas o melhor do jantar foi mesmo o convívio. E, claro está, as conversas que foram surgindo ao longo da noite, ou não se tratasse de um jantar de inteligentes...
Curiosamente, tudo começou com este excelente jantar de palermas:
Qualquer dia há mais. Até lá, a sala de cinema deixa aos seus leitores uma sugestão gastronómica:
SPAGHETTI GAMBERETTI
Ingredientes (4 pessoas):
- 1,5 kg de gambas cozidas
- 1 kg de esparguete
- 1 cabeça de alhos
- Óleo
- Pimenta preta moída na altura
- 2 embalagens individuais de manteiga de alho
- 2 colheres de vinho branco
- Cebolinho
- 50 gr de tomate cereja
- Queijo parmesão
Confecção:
Descasque as gambas, retirando-lhes as cabeças e deixando ficar a casca da cauda. Faça um corte longitudinal no lombo e retire o veio escuro. Ponha o esparguete a cozer. Aqueça o óleo numa frigideira larga ou num wok e aloure rapidamente os alhos laminados e três dentes de alho esmagados, sem queimar. Retire os alhos e reserve. De seguida, frite as gambas no óleo entretanto perfumado com o alho. Salpique com o vinho branco e a pimenta. Escorra o esparguete e volte a colocá-lo no recipiente quente onde o cozeu, adicionando uma das embalagens de manteiga de alho. Quando as gambas estiverem alouradas, retire-as e salteie o esparguete no óleo. Adicione as gambas, os alhos e mais uma embalagem de manteiga de alho. Rectifique os temperos e coloque tudo numa travessa previamente aquecida com a água da cozedura do esparguete. Adicione o cebolinho cortado finamente e o tomate cereja cortado às metades. Polvilhe com queijo parmesão ralado na altura. Para beber, sugerimos os vinhos frutados do Alentejo. Branco ou tinto? Fica ao seu critério...
Bom apetite!
Bom apetite!
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