"Billy Elliot", de Stephen Daldry, no Dia Mundial da Dança.
Acabou de entrar numa área reservada a pessoas curiosas e inconformadas. Temos o dever de informar que experiências recentes indiciam que o uso do cinema na sala de aula prejudica gravemente o tédio.
Somos a sala de cinema. Se podíamos viver sem o cinema na escola? Podíamos, mas não era a mesma coisa.
domingo, 29 de abril de 2012
sexta-feira, 30 de março de 2012
segunda-feira, 19 de março de 2012
quinta-feira, 8 de março de 2012
Dia Internacional da Mulher: "Florbela", de Vicente Alves do Ó, um filme sobre a vida de Florbela Espanca.
Hoje, Dia Internacional da Mulher, estreia o filme "Florbela", de Vicente Alves do Ó. Um tributo à poetisa Florbela Espanca e uma homenagem às mulheres. Com Dalila Carmo, Albano Jerónimo e Ivo Canelas. Veja mais sobre o filme aqui.
segunda-feira, 5 de março de 2012
Cine tertúlia dedicada à Mulher: "Mulheres a beira de uma ataque de nervos", de Pedro Almodóvar
Na próxima sexta feira, dia 9 de março, realizar-se-á mais uma cine tertúlia destinada às professoras e aos professores da Teixeira Gomes. O filme a exibir será "Mulheres à beira de um ataque de nervos", de Pedro Almodóvar, uma excelente escolha das responsáveis do projeto FEMINA da nossa escola. Integrada nas comemorações do Dia Internacional da Mulher, a cine tertúlia completar-se-á com uma agenda lúdica e social pela noite dentro. Como de costume, o filme será exibido no auditório do bloco B, pelas 21:30.
Como aperitivo, servimos esta cena do filme:
segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012
Recordar John Steinbeck
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| John Steinbeck |
John Steinbeck nasceu a 27 de fevereiro de 1902 em Salinas, na Califórnia. Foi um dos grandes escritores americanos do século XX. Associado à designada Lost Generation, a par de Ernst Hemingway, William Faulkner, Scott Fitzgerald ou John Dos Passos, a sua obra é fortemente marcada pelo realismo com que aborda a difícil realidade económica e social de milhões de americanos. O meio rural californiano é um dos seus cenários preferidos para expor as injustiças e misérias da sociedade americana da época, mas, também, a coragem dos homens e a esperança numa sociedade mais solidária e justa. Foram realizados 17 filmes a partir de obras suas, de que se destacam As Vinhas da Ira, Ratos e Homens e A Leste do Paraíso.
Foi nomeado para o então designado "óscar para a melhor história" relativo ao filme "Um Barco e Nove Destinos" (Lifeboat, 1944, de Alfred Hitchcock).
John Steinbeck recebeu o Prémio Nobel da Literatura em 1962. Pode consultar mais informações sobre a sua vida e obra aqui.
Para finalizar, deixamos um excerto do filme "A Leste do Paraíso" (East of Eden, 1955, de Elia Kazan), interpretado por James Dean.
terça-feira, 14 de fevereiro de 2012
Do amor: cenas do filme "Cinema Paraíso"
No Dia dos Namorados, uma cena célebre do filme "Cinema Paraíso" (Nuovo Cinema Paradiso, Itália, 1988), de Giuseppe Tornatore.
quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012
Os nossos óscares: João Pedro Café sugere "Através da Noite", de Woody Allen
FILME
“Através da Noite”(Sweet and Lowdown, EUA, 1999)
REALIZADOR
Woody Allen
INTÉRPRETES
Sean Penn, Anthony LaPaglia, Uma Thurman, Woody Allen, Ben Duncan, Daniel Okrent, Dan Moran, Tony Darrow
SINOPSE
Este filme de Woody Allen é uma biografia fantasiosa, misto de comédia e drama, de um lendário guitarrista de jazz, Emmet Ray, cuja existência se cruza com amantes, gangsters, músicos e o próprio sucesso, na cena do Jazz dos anos 30.
Sean Penn interpreta o fictício génio musical que durante a era do swing estava na mó de cima, mas cuja vida privada andava sempre por baixo. Emmet ficou sempre na sombra do seu muito singular herói, o profundamente apaixonado Django Reinhardt.
O filme de Woody Allen percorre os clubes noturnos, os becos mais soturnos e os ramais do caminho de ferro da época de ouro do swing e do jazz, à medida que o destino de Emmet Ray o leva de New Jersey a Chicago, a Detroit e até aos holofotes de um estúdio de cinema de Hollywood. Eis uma cena do filme:
Django Reinhardt foi um grande compositor e intérprete de jazz. De etnia cigana, sobreviveu a um dramático incêndio que, apesar de ter ficado com dois dedos parcialmente paralisados, não o impediu de criar um novo estilo de jazz, designado habitualmente por gipsy jazz ou jazz manouche. É muito justamente considerado um dos maiores guitarristas de jazz de todos os tempos.
Pode consultar mais informações sobre a vida e obra de Django aqui. E pode vê-lo numa interpretação célebre aqui.
João Pedro Café foi aluno da nossa escola e é licenciado em Engenharia Aero Espacial pelo Instituto Superior Técnico, de Lisboa, estando a concluir a tese de mestrado na área de controlo de voo.
A sala de cinema agradece a sua contribuição para o blogue.
terça-feira, 24 de janeiro de 2012
Os nossos óscares: Helena Campos sugere "Antes de Amanhecer"
A ex-aluna Helena Campos, agora estudante universitária em Lisboa, sugere-nos um filme de que gostou particularmente (e, também, a leitura do livro que esteve na sua origem).
Trata-se de "Antes de Amanhecer" (Before Sunrise, 1995), realizado por Richard Linklater, com Ethan Hawke e Julie Delpy como protagonistas.
Entretanto, a Helena teve a amabilidade de nos fazer chegar o seu primeiro artigo sobre cinema publicado no site www.e-clique.com. O artigo intitula-se Cinema Made in Denmark e pode ser lido aqui.
A sala de cinema agradece à Helena a partilha e felicita-a pelo excelente artigo.
Queremos mais, Helena. Ficamos à espera. Se necessário, até ao amanhecer...
quinta-feira, 12 de janeiro de 2012
Vídeo poesia: "Tempo morto", de João Negreiros
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| Capa de um dos livros de João Negreiros |
A sugestão do mês de janeiro da sala de cinema.
João Negreiros nasceu em Matosinhos a 23 de Novembro de 1976. O escritor português foi o primeiro classificado no Prémio Internacional OFF FLIP de Literatura (Brasil,2009). Em Portugal, entre outros prémios, João Negreiros venceu o Prémio Nuno Júdice. Na área do teatro, a sua obra foi crescendo, tendo hoje quatro peças editadas, “Silêncio” e “Os Vendilhões do Templo” (2007), “O segundo do fim” e “Os de sempre” (2008). No âmbito da poesia, publicou três livros: “o cheiro da sombra das flores” (2007, Papiro Editora), seleccionado de entre as melhores obras de poesia ibérica publicadas entre 2007 e 2008 pelo Prémio Correntes d' Escritas de 2009, “luto lento” (2008, Papiro Editora) e “a verdade dói e pode estar errada” (2010, Camões & Companhia). Em 2010, é editado também o primeiro livro de prosa do autor “O mar que a gente faz”. Para além de escritor, João Negreiros é actor e tem divulgado a poesia nacional através de espectáculos e vídeos de spoken word. Em 2011, o artista foi o representante da Literatura Portuguesa na 7ª edição do conceituado Festival Internacional das Artes de Castela e Leão.
Estes dados biográficos foram retirados do blogue do autor, que pode ser visitado aqui.
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